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Contexto: Aula de Linguística Alemã numa qualquer faculdade de letras. Uma aluna lê em voz alta um texto em alemão medieval. No alto da sua arrogância o professor interrompe-a para lhe corrigir a pronúncia no verbo „kümmern“.
- Menina, não sabe como pronunciar o „u“ com umlaut em Alemão? - Sim, professor, sei. „Kümmern“! (Eu tenho a certeza que ela o estava a fazer correctamente, mas...) - Mas será que a menina não percebe? Lê-se „kümmern“ e não „kummern“. - „Küüüüüüüümmern“... Está melhor assim? - Claro que não está nada bem assim! A menina nunca ouviu um açoriano a falar? Não sabe como eles pronunciam os "u's"?
Errr... ela é... açoriana!!!Etiquetas: Momentos Embaraçosos, Oops...
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Contexto: Em eminência de despedimento colectivo num determinado gabinete, alguém decidiu tomar as rédeas da situação e apresentar queixa formal e por escrito ao Conselho de Administração do Grupo. Como essa pessoa tende a ser demasiado emotiva em momentos que carecem de objectividade, pediu ajuda a alguém próximo e que se movimenta melhor no seio daquela profissionalidade. A finalidade seria redigir um documento a expor a situação.
O auxiliador começa por escrever:
«No dia 27 de Novembro p.p. os contratados do Gabinete de XXXXXXXXXX do Grupo YYYYYYYYY YYYYY foram informados de que este iria ser suspenso no prazo de uma semana (...)»
Nesta altura a "pessoa emotiva" interrompe quem a ajuda e pergunta:
- O que significa p.p.?
E porque, como se costuma dizer, para perguntas parvas, respostas idiotas, eis:
- Não sei, mas no outro dia vi isto escrito numa carta formal e achei que ficava aqui bem também! (Riso do género "oops, fui descoberto"!)
Já agora, para quem redigia a carta, para quem pediu auxílio, e para os demais que me lêem e ficaram com curiosidade, "p.p." é um trejeito antigo, característico da correspondência escrita, e que significa "passado próximo", que era o mesmo que dizer "passado recente"!
Etiquetas: Momentos Embaraçosos, Oops..., Trabalho
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Interrompo esta emissão para questionar: estaria algum de vocês a ouvir a Mega FM por volta das 09h30 da sexta-feira passada, dia 19 de Janeiro de 2007?
Sim, então acusem-se: quem ouviu falar na Raquel "Pumba"? Porque eu vou acusar-me: fui eu a entrevistada!!! E no seguimento do relato do episódio na rádio, lembrei-me que seria giro partilhá-lo também convosco! E com isto tive mais uma ideia: criar uma rubrica dos momentos mais embaraçosos de que guardo memória!
Eis o...

Momento I
Primeiro dia de trabalho após o convite irrecusável do pessoal da administração de uma multinacional holandesa no ramo da gestão de empreendimentos comerciais: levantei-me cedinho para não chegar com as normais olheiras, tomei um banho relaxante, hidratei a pele e o cabelo, maquilhei-me, penteei-me e escolhi no armário a roupa mais adequada, bem ao estilo sexy workaholic!

Entre a papelada crescente em cima da secretária, e os telefonemas em ritmo ininterrupto, quase não tive tempo de respirar... ou de comer. Quando a fome apertou só tinha mesmo como alternativa descer a correr os 74 degraus que me separavam do piso de baixo e ir buscar uma sopa. Assim fiz!
Só que, como se diz, "a pressa é inimiga da perfeição", o salto da bota do pé direito prendeu-se na bainha esquerda das calças e... caí redonda pelos degraus abaixo, até não ter mais por onde continuar a tombar!!!

Quando voltei a mim, tentei recompor-me, e foi quando percebi que o salto da bota se tinha partido, a bainha das calças rasgado e a costura no rabo descosido... Estava ainda a perceber como poderia esgueirar-me dali sem ser vista, quando ouvi um risinho taciturno uns degraus mais acima! Prostrado a olhar para mim estava o administrador nacional da empresa, que havia ido lá naquele dia especialmente para me dar as boas-vindas e me oferecer umas dicas para entrar com o pé direito!
Ele acabou por não conseguir guardar segredo daquele episódio e em poucos dias todos os meus colegas nos vários pontos do país já tinham ouvido falar da Raquel "nem sempre em pé"...
Nunca mais vou esquecer tamanha vergonha! Ou uma das... Em breve seguir-se-á o relato das outras. Etiquetas: Momentos Embaraçosos, Trabalho
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Contexto: Três amigas passeavam-se pela invicta. Uma delas comentou precisar de ir ao quarto-de-banho público, e como «quando m*** um português, m**** logo dois ou três», outra disse que a acompanhava.
Entraram num mesmo espaço público subdividido em várias privadas. Pareciam cronometradas, e em pouco mais de dois minutos e meio abriam a porta de volta ao espaço comum, onde se encontrava o lavatório. Uma fica para lavar as mãos, mas a outra sai para a rua. Quando a que ficou para trás se junta a ela, questiona:
- Não lavas as mãos depois de ires ao quarto-de-banho?
- Não, normalmente não!
Ao ver a cara de espanto da primeira, a terceira interveio:
- Sabes que nem todos somos habituados a lavar as mãos depois de irmos ao quarto-de-banho. Isso é uma questão de educação...
- Ai sim? - interroga a primeira. - Então peço desculpa pelo comentário. É que na minha terra isso não se prende com a educação; é antes uma questão de higiene!!! Etiquetas: Amigo(a)s, Momentos Embaraçosos, Oops...
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Contexto: Festa de família reúne cerca de 30 elementos. Um dos "engraçadinhos" conta uma conhecida piada brejeira e machista, mas que ainda faz rir os mais distraídos que nunca a ouviram.
«Eu não entendo as mulheres: depilam-se com cera, sujeitam-se a altas temperaturas na cabeça para ondular o cabelo, usam tampões, são penetradas por grandes ferros no exame de Papa Nicolau, fazem extensões nas pestanas, fazem tatuagens e enchem-se de piercings. Mas quando um gajo lhes pede para "ir por trás", elas respondem "ai não, porque dói"!!!»
As gargalhadas de reacção à piada ainda se faziam ouvir quando a "radical" da família, com três tatuagens e inúmeros piercings, entoa com firme convicção:
«Não é bem assim, a mim não doeu nada!!!»
Claro está, falavam ambos de coisas bem diferentes (ele de sexo anal, e ela de body art), mas que ninguém quis interpretar assim, lá isso é verdade!

[Para a D.] Etiquetas: Família, Momentos Embaraçosos, Oops...
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Contexto: Quatro amigos esfomeados dentro de um carro à procura de estacionamento próximo do local onde queriam lanchar! A condutora, desesperada, comenta a sua falta de sorte na procura de lugares para estacionar, quando de repente todos avistam dois espaços vazios. Mas...
Condutora: (Aborrecida.) Estava-se mesmo a adivinhar, já estão estes dois para estacionar lá!!!
Amigo: Não faz mal, está ali outro mais à frente, junto ao Seat!
Condutora: (Era um golpe de sorte, o lugar era mesmo junto à entrada da sala de chá.) O que não me vale conduzir contigo do lado! Dás-me sorte...
Amigo: Deixaram o lugar vago, porque sabiam que eu vinha cá hoje...
Eis senão quando chegam mais próximo do "dito" lugar vazio e reparam no sinal aqui do lado! Os olhares de todos os ocupantes do carro recaíram sobre ele, que se mostrava envergonhado!
Seguiram-se muitas gargalhadas... Etiquetas: Amigo(a)s, Momentos Embaraçosos, Oops...
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