Voz Oblíqua: O "tudo" que o vento levou...
 
    The Voice Mail

 

Voz Oblíqua

Voz: [subst. fem.] Produção de sons emitidos no ser humano pela laringe com o ar que sai dos pulmões; grito; clamor; linguagem; fig. opinião; poder; inspiração; conselho; sugestão. Oblíqua: [adj. fem.] enviesado; torto; vesgo; fig. indirecto; dissimulado; ambíguo; dúbio.
 
 
 

Disse-se em...

Patrocí­nios da Voz

  • Design by Stacee Leung
  • Powered by Blogger
  • Images hosted by ImageShack
  • Search Engine by Free Find
  • Comments System by Haloscan
  • FAQs sobre blogs.

    O Valor da Voz:

    A Encadear a Voz:

     
    O "tudo" que o vento levou... domingo, fevereiro 19, 2006

    O tudo que o vento levou...O post-it que havia colado ontem no monitor do meu computador parece ter sido levado por uma das rajadas de vento que se fizeram sentir hoje. Maldita borrasca…

    A concentração estava a meu favor e as ideias fluíam de modo assertivo. O tal trabalho aborrecido e as tarefas enfastiosas decorriam a bom ritmo, mas ignorei um nervoso miudinho que me agitava o subconsciente. Não sei quantas vezes ele teria de latejar para eu o poder sentir e limar, mas aprendi que preciso de estar sempre atenta, mesmo às coisas que não sinto!

    Sempre que paro para pensar e ponderar consigo transcender-me. No entanto, muitas vezes, ajo por impulsos que dissimulam frustrações, e por isso torna-se complicado prevê-los e preveni-los! E o que acontece? Perco o norte aos meus princípios, e deixo transbordar cá para fora o que pulsava no meu âmago. De seguida vem a surpresa. A minha, porque nem eu me reconheço, e a dos outros, porque não conseguem interpretar estas desordens.

    Como se pode pedir perdão por algo de que nós próprios não tivemos responsabilidade? Como nos podemos desculpar pelas traições do nosso subconsciente?

    Até que ponto merecemos que seja conduzido a sentença de perda algo de grandioso, quando a transgressão foi, única e exclusivamente, da responsabilidade do nosso imo?

    Etiquetas:

    5 Comments:

    At 19 fevereiro, 2006 11:48, Blogger Carmita said...

    E aliada a esse sentimento desolador de perda, a questão que se apresenta é: como nos perdoamos a nós próprios? Como? Essa é que é essa...

     
    At 19 fevereiro, 2006 14:41, Blogger Nekynho said...

    Às vezes não merecemos. Mas, na vida, nem sempre temos o que merecemos :o)
    Uma boa semana :o)

     
    At 19 fevereiro, 2006 21:37, Blogger lusoblogger said...

    Hummm...
    boa reflexao!
    Mas devemos é dar um pontapé para a frente!

     
    At 20 fevereiro, 2006 14:13, Blogger johnny handsome said...

    Afinal a culpa foi da ventania e da borrasca...Por que raio tens de te culpar com as variações das isóbáricas? Olha, se alguém devia pedir desculpa são os jornalistas, quase todos, que dizem "metereologia" quando lêem a palavra meteorologia.
    Para o problema dos Post-It não vejo solução porque a cola é mesmo má, foi aliás por isso que foram inventados. Experimenta um cordel amarrado no dedo ;-)

     
    At 20 fevereiro, 2006 15:38, Blogger mnica ;* said...

    Detesto a frase, mas... " a justiça é cega"...

    se tentares perdoar-te... és já uma vencedora!

    (bjinhos gordos... quanto ao por onde é quer ando... olha: ando perdida aqui no meio dos meus autocolantes e logotipos!!!)

     

    Enviar um comentário

    << Home

     

     
     
    |Voltar ao Topo|